Pages

QUEM SOMOS

QUEM SOMOS

quarta-feira, 10 de abril de 2013

CONSPIRANÓIA DO DIA: ”ELES” ESTÃO EM TODAS…(PARTE 40)



Primeira audiência privada do Papa Chiquinho com um líder protestante 

Nova história (HISTORY CHANNEL)

ORGULHO(GAY) DE HÓRUS 

A agenda homossexual esta ligada com a Maçonaria e NWO

 IGREJA METODISTA AFRICANA DE SIÃO, Dagon, Sirius e sua ligação EGÍPCIA

clique para aumentar
Sirius ou Sirius é o nome próprio da estrela Alpha Canis Majoris (α CMa / HD 48915), a mais brilhante no céu noturno, visto da Terra , localizado na constelação do celestial hemisfério Sul Canis Major (“O Grande Cão”). Sua grandeza na banda B (azul) é -1,46, e na banda V (verde-amarelo) é -1,47. Esta estrela notável, às vezes chamado de “ estrela do cão ”, após a constelação a que pertence, é bem conhecida desde a antiguidade, por exemplo, no antigo Egito , o nascer helíaco de Sirius marcou a época da cheia do Nilo .
Os antigos egípcios , por exemplo, mostrou grande reverência para o “ Estrela do Cão ”ou Sirius , localizada na constelação do Cão Maior. Foi Sir Norman Lockyer , fundador astrônomo britânico da revista Nature, o primeiro a perceber que muitos templos egípcios foram alinhados a Sirius, cujo aparecimento e desaparecimento no céu serviu de base para um dos dois calendários utilizados no Egito. A primeira foi em uso popular e complexidade matemática baixo definir a duração do ano exatamente 365 dias, mas o namoro Sírio-base servir também para questões sagradas e dinásticas, foi baseado em observações astronômicas extremamente precisos e definir o período de ano em 365,25 dias.
As três pequenas pirâmides satélites, além daquele da Quéops representam três planetas com Sirius A , como os outros três pirâmides menores de acompanhamento Menkaure (Sirius C). Curiosamente esta disposição não coloca qualquer menor com pirâmide de Khafre , talvez o que os astrônomos já sabem: o enorme peso gravitacional de Sirius B torna impossível para qualquer planeta que orbita em torno dele sem ser fatalmente atraídos para a estrela.
Os egípcios sabiam que Orion foi perdido atrás do horizonte de uma hora antes de Sirius, que também serviu como referência para a elaboração do calendário de Sírius .
 
Dogon mitologia e Síria

POTHORUSHOP

clique para aumentar
clique para aumentar
o esquadrão dos monstros 2 - Priscila e Maxwell Palheta
o esquadrão dos monstros 5 - Priscila e Maxwell Palheta
o esquadrão dos monstros Gú - Priscila e Maxwell Palheta
o esquadrão dos monstros lily - Priscila e Maxwell Palheta o esquadrão dos monstros 10 - Priscila e Maxwell Palheta

olhoquetudo ve - maçonaria - bob esponja- priscila e maxwell palheta
Desenho Bob Esponja
o esquadrão dos monstros 7 - Priscila e Maxwell Palheta

A ‘Pirâmide’, usada para identificar o elo entre o mundo espiritual demoníaco com o mundo físico que nós vivemos.
piramide olho maçonaria desenho animado - priscila e maxwell palheta
Desenho animado com a Pirâmide egípcia da maçonaria e o ‘Olho que Tudo Vê’
piramide maçonaria desenho animado- priscila e maxwell palheta
O ‘Piso Maçônico
desenho animado bimbo piso maçonico - priscila e maxwell palheta
Piso quadriculado maçônico no desenho animado ‘Bimbo’ (desenho em preto e branco da época)
desenho animado piso quadriculado - priscila e maxwell palheta
alice no pais das maravilhas desenho piso maçonico - priscila e maxwell palheta
Filme “infantil” ‘Alice no País das Maravilhas’ mostrando piso quadriculado maçônico
O numeral ‘666’ que é uma identificação própria a Satanás na Bíblia Sagrada.
Cavernadodragao666 desenho animado - priscila e maxwell palheta
Desenho animado ‘Caverna do dragão’ com o 666

Enxaqueca com chocolate MAÇÔNICO

 

  Os chocolates Toblerone tem forma triangular porque seu criador era maçom.


EU VI  SATANÁS CAIR DO CÉU COMO UMRELÂMPAGO(PALAVRAS DE JESUS EM  Lc 9:18)



CARRO DE HÓRUS


A”PINGA” maçônica de grau 33 ° Soberano Grande Comendador

Nada é casual

SODOMA E GOMORRA: Reportagem do Fantástico com Daniela Mercury a favor casamento gay causa revolta de cristãos na Internet. Assista ao vídeo



Reportagem do Fantástico com Daniela Mercury a favor casamento gay causa revolta de cristãos na Internet. Assista ao vídeo

A exibição da matéria no Fantástico sobre o anúncio feito pela cantora Daniela Mercury de sua relação homossexual com a jornalista Malu Verçosa causou indignação a líderes cristãos na noite deste domingo, 07 de abril.

O programa da TV Globo abriu espaço para as declarações da cantora, que resolveu assumir sua homossexualidade no momento em que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) tem sido pressionado para renunciar à Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) por causa de suas posturas conservadoras.

Embora não admita ter tomado essa iniciativa como resposta direta ao caso de Feliciano, a cantora não se esquivou de se posicionar contra o pastor: “Isso só nos fez ter mais certeza de que era isso que tinha que ser feito, mas não foi o motivo que nos levou a isso. Essa nossa atitude afirma que o Feliciano está errado. Como cidadã brasileira eu estou aproveitando e dando meu recado sobre a presidência da CDHM”, disse a cantora.

No Twitter, a reação à matéria do Fantástico foi imediata: “A Rede Globo no Fantástico, a serviço da causa gay. Ridículo! A cantora em decadência que arrumou uma causa para aparecer”, disse o pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), que foi acompanhado pelo pastor, escritor e colunista do Gospel+, Rubens Teixeira: “Rede Globo fazendo campanha contra Marco Feliciano usando Daniela Mercury: ridículo!”

O tom de críticas ao programa e à emissora foram seguidos pelo cantor Rodolfo Abrantes: “Artistas falidos e celebridades inúteis encontraram uma nova forma de aparecer. A Rede Globo é um lixo e só um povo muito burro se deixa influenciar por algo assim”, protestou.

O escritor Daniel Simoncelos, colunista do Gospel+, também criticou a postura da sociedade e da emissora: “Sociedade relativista, sem absolutos, sem moral e sem referências. Isso normalmente não acaba bem… Indignado em ver como a porcaria da Globo usa matérias tendenciosas para tentar empurrar e influenciar a sociedade a aceitar o que é errado”, escreveu em seu perfil no Twitter.

Seguindo essa linha, a cantora gospel Rebeca Nemer também criticou a imposição indireta feita pela matéria, e comentou a escolha de Daniela Mercury: “Cada um faz com seu corpo o que quiser. Mas não venha me obrigar a achar bonito, concordar e aceitar!”, pontuou.

A psicóloga Marisa Lobo se queixou dizendo que a emissora estaria apoiando os manifestos contra o pastor Marco Feliciano: “Rede Globo fazendo campanha contra Marco Feliciano usando Daniela Mercury: Absurdo. Agora mesmo que quero #MarcoFelcianoPresidente”, escreveu.

Confira no vídeo abaixo, o trecho da extensa matéria sobre famílias de casais homossexuais, em que Daniela Mercury comentou sua opção pelo relacionamento com a jornalista Malu Verçosa:

Por Tiago Chagas, para o Gospel+
OPINIÃO DO APÓCA;

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!”
Isaías 5:20

Poderá também gostar de:

terça-feira, 9 de abril de 2013

Suzane Richthofen, que matou os pais, vira ‘pastora evangélica’ e choca o país



Notícias Gospel Suzane Richthofen, que matou os pais, vira 'pastora evangélica' e choca o país | Noticia Evangélica Gospel
A reportagem do Fantástico sobre Elize Matsunaga dentro do presídio, revelou que uma das presas que chocou o país Suzane Richthofen por matar seus pais, chocou mais uma vez ao se tornar pastora evangélica. Tal notícia novamente gerou polêmica e virou tema de debate nas redes sociais.
O Fantástico mostrou neste domingo a rotina das presas que chocaram o país com seus crimes: Elize Matsunaga, que matou e esquartejou o marido, o diretor-executivo da Yoki, Marcos Matsunanga, recentemente; Suzane Richthofen, que assassinou seus pais e Anna Carolina Jatobá, que foi condenada pelo assassinato da enteada, Isabella Nardoni. Elas convivem com outras mais de 140 mulheres que cometeram crimes repudiados até dentro das cadeias.
Mostrando a rotina das presas que trabalham em uma fábrica na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), a reportagem revelou que Suzane é atualmente pastora evangélica. A revelação gerou polêmica e debates na internet, por meio de sites de perguntas e redes sociais, questionando a sinceridade da criminosa ou se isso seria mais um de “seus planos” para reduzir sua pena ou ganhar dinheiro.
“Suzane Richthofen tornou-se evangélica , PASTORA evangélica . Uma nova vida ou um jeito de reduzir a pena ?” pergunta internauta Jaque no Yahoo! Respostas. “Ela tirou a vida de quem lhe deu, Existem filhos de Deus e filhos do diabo, essa aí com certeza é …”, acrescentou. Muitos tiveram dificuldade de acreditar ou aceitar. “Desta eu não sabia……..Infelizmente fica difícil acredita na conversão dela, pois ela se mostrou dissimulada, mas Deus sabe de tudo até o que se passa no coração dela e não cabe a mim jugar”, respondeu a usuária Jaqueline Life House.
Alguns estão certos de que isso é uma maneira de reduzir a pena. “Claro que é uma maneira de reduzir a pena, ela nunca sentiu remorso do que fez, ela é fria e insensível; a intenção dela é a liberdade, apenas isso”, disse Maah. Mas apesar da dúvida, internautas urgem para não julgar. “Não se deve julgar né Jaque…coração dos outros é terra que ninguém anda. Quem sabe se ela realmente não se arrependeu, e mesmo que não possa voltar atrás, tentar uma vida nova daqui pra frente né…”, respondeu Cris.
O internauta Lexos apoiou: “Não existe como sondar op coração de um ser humano. Somente Deus pode fazer isso. Se ela o faz de coração, terá uma chance, se não o faz, não terá. Mas eu realmente não sei a intenção dela. Caim, também era um filho de Deus. Mas enfim, detentos se tronarem evangélicos afim de obter status de bom comportamento é algo bem comum no Brasil.”
No Facebook, o debate também foi incendiado, com a maioria desacreditando da história e afirmando ser isso um plano “B” para obter “dízimos dos fiéis”. “Primeiro a herança dos pais, agora a HERANÇA DOS FIÉIS”, escreveu Diego Augusto. Suzane Richthofen foi condenada por matar os pais, Manfred Albert Freiherr von Richthofen e Marísia von Richthofen. Ela teria matado seus pais a “golpes de pau” juntamente com Daniel, seu namorado na época, e o irmão de Daniel. O motivo teria sido a não aceitação do namoro pelos pais, além de um suposto interesse na herança que seria deixada pelos pais. Suzane foi condenada a 39 anos de prisão.

Suzane Von Richthofen no Fantástico

Fantástico Rede Globo – Suzane Von Richthofen

Suzane Von Richthofen – Reportagem

Fonte: The Christian Post |

Fantástico: jornalismo reduzido à pura propaganda gayzista



Não é segredo o protagonismo da Rede Globo em prol da ditadura gayzista, malgrado ter elaborado um rol de princípios editoriais com a pretensão de conferir a si própria uma reputação de respeitabilidade, como exaustivamente tenho denunciado.

Desta vez, contudo, o maniqueísmo empregado ao que chama de jornalismo o invalida completamente sob tal rótulo, por mais elástica que possa ter tal definição: trata-se tão somente de propaganda ideológica pura e simples, já sem pejo de camuflar-se: refiro-me à matéria “Criança transexual  é proibida de usar banheiro feminino em escola nos EUA“.

Começando pelo modo como os apresentadores anunciaram de forma eloquente a matéria: “Nos Estados Unidos, a família de uma criança de apenas seis anos está brigando na Justiça com a escola pelo direito de ela usar o banheiro!”.

Percebam como apelam para a indignação que o bom senso comum nos faz disparar espontaneamente frente a qualquer injustiça! Não subestimem as modernas técnicas de persuasão: desarmar o telespectador e incitá-lo à um estado de reação positiva foi exatamente o propósito. Sigamos um pouco mais, para vermos como isto se completa:

Mas os pais de Coy, Jeremy e Kathryn, estão travando uma batalha judicial com a escola dos filhos. A direção do colégio proibiu Coy de usar o banheiro feminino. O motivo? Apesar das roupas e do cabelo longo, Coy é biologicamente um menino. É uma criança transexual.

Até ter ouvido que a criança era “biologicamente” um menino, pensei tratar-se de um dos raros casos de hermafroditismo. Sim, prezados leitores, em raros casos ocorre de uma criança nascer aparentemente com os dois sexos, embora um se revele o próprio a qualquer momento. Não é o caso, como adiante segue a peça global:

No início, a escola aceitou bem a situação e Coy passou a ser tratado por todos como uma garota. Os problemas começaram quando Coy foi para o primeiro ano. A direção da escola exigiu que ela usasse apenas o banheiro dos professores ou do departamento médico.

Como seria lógico de se esperar, com o crescimento do menino já não seria mais possível a partir de então tolerá-lo usar o banheiro das meninas, mesmo porque – vejam bem, isto a reportagem não mostra – provavelmente a direção da escola deve ter recebido reclamações de pais de meninas! Adianto logo: se eu fosse um dos pais, certamente faria o mesmo! Então, o que ocorreu? Os pais interpretaram o fato como um ato de discriminação e acionaram a justiça.

Agora, como pais em sã consciência podem aceitar submeter-se às fantasias de um menino de seis anos, ou ainda mais grave, de apenas três? Confiram:

A mãe conta que começou a perceber que havia algo diferente quando Coy completou um ano e meio: ” No início, a gente achou apenas que tinha um menino que gostava de coisas de menina. Mas, com três anos, ela começou a dizer que era uma garota. Não que queria ser uma, mas que era uma garota, e não um garoto. Quando insistimos que ela era menino, ela entrou numa forte depressão, não queria sair de casa e nem brincar com os amigos”.

Um ano depois, Coy passou a dizer para os pais que estava no corpo errado, que era preciso reparar esse erro. Os Mathis, então, procuraram ajuda médica, pediatras, psicólogos, psiquiatras, para entender o que estava acontecendo.

Crianças de um ano e meio, três e seis anos não têm desenvolvido ainda a sua percepção sexual. São inocentes, embora paulatinamente vão descobrindo as diferenças fisiológicas entre os dois sexos. Eu cá me pergunto se desde um ano e meio, como os pais alegam ter aflorado em seu bebê o gosto pelas coisas de meninas, eles não trataram de corrigi-lo, mas, ao invés, ficaram a achar engraçado, curioso e de forma permissiva, foram alimentando o imaginário infantil. Como a própria matéria televisiva demonstra, Coy usa cabelos compridos e roupas femininas, o que denuncia a completa submissão dos pais à sua vontade.

A seguir, o libelo gayzista – não vou usar o termo “reportagem”, pois que não merece – busca diferenciar transexualidade de homossexualidade, e  anuncia casos famosos de pessoas que queriam ter outro sexo. Assista quem quiser.

Neste ínterim, exorto os leitores para uma demonstração de como esta causa – a da ditadura gayzista – permite explorar o drama de crianças, simplesmente por ser uma das pautas da agenda da nova ordem mundial, pois aqui vou buscar uma situação muito famosa e semelhante em gênero, mas que jamais ganhou o apelo do onguismo militante justamente por colidir com ele: houve o caso de um menino que desde cedo sempre sentiu-se infeliz por ser negro; este garoto tornou-se uma celebridade do show business, e com muito dinheiro, entregou-se aos mais caros procedimentos médicos para clarear a pele, alisar os cabelos e afinar o nariz. Adivinhem de quem estou falando?

Curiosamente, percebam, o drama de Michael Jackson não teve o sucesso de aquecer as veias do militantismo politicamente correto. Imaginem algum popular – especialmente um sujeito branco – responder a uma pergunta de um repórter: “- ele fez o certo e eu faria a mesma coisa!” Em menos de um segundo seria soterrado por uma avalanche de acusações de racismo, não é mesmo?

Por que será que “sentir-se” um branco não foi o bastante para que o superstar Michael Jackson pudesse impor sua loucura à sociedade? A resposta, caros leitores, é que neste assunto a sociedade não foi preparada previamente para participar bovinamente da esquizofrenia alheia, de modo que agiu de forma natural, isto é, meramente acompanhando com uma certa tristeza o desenrolar da infelicidade extrema que prosperou na vida daquele indivíduo.

Quantas são as coisas pelas quais poderíamos lamentar não termos sido agraciados? Nascer ricos? Nascer bonitos ou bem-dotados? Consagrarmo-nos como monstros do rock ou atletas famosos? Será que para cada uma das nossas frustrações deveríamos ter o direito político resguardado a um recôndito no interior da alma que devesse ser obrigatoriamente acatado por toda a sociedade? Então, o rei da fábula, afinal, não estava nu?

À altura dos seus três aninhos, caso o menino Coy tivesse recebido a salutar corrigenda paterna, por mais que um certo período de  assimilação demorasse por se concluir, ele fatalmente viria e o livraria dos tormentos que por ora se alongam por conta de pais e psicólogos que preferem que a sociedade se ajoelhe aos seus devaneios a fazê-lo compreender a realidade e a necessidade de ajustar-se a ela.

Termino perguntando a você, caro leitor: você permitiria que um menino pudesse usufruir o banheiro das meninas, mesmo alegando ser um transexual?